Emily Lopes Nutricionista

Áreas de Atuação

Conheça em detalhes cada uma das áreas em que atuo para cuidar da saúde alimentar do seu filho

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Muitas crianças com TEA apresentam desafios alimentares relacionados ao processamento sensorial. Texturas, cheiros, cores e temperaturas podem gerar desconforto, e a rigidez comportamental pode dificultar a aceitação de novos alimentos.

A nutrição não é uma cura para o autismo, mas uma alimentação adequada contribui para a saúde geral, o bem-estar gastrointestinal e a qualidade de vida. Questões como constipação, desconfortos intestinais e carências nutricionais precisam ser avaliadas com atenção.

O acompanhamento é individualizado e pode envolver adaptação da apresentação dos alimentos, estratégias para ampliação do repertório alimentar e orientação prática para a família conduzir as refeições com mais segurança. Cada criança é única e o plano alimentar respeita seu ritmo, suas particularidades e sua realidade familiar. Com orientação adequada, é possível tornar a alimentação mais equilibrada, segura e positiva para todos.


Seletividade Alimentar

A seletividade alimentar envolve recusa persistente, resistência a novidades e um repertório alimentar muito restrito. A criança pode rejeitar texturas, cores ou cheiros específicos e demonstrar dificuldade com mudanças na rotina alimentar.

Entre os 2 e 5 anos, essa fase pode ser parte do desenvolvimento natural. No entanto, sem orientação adequada, estratégias como pressão excessiva ou substituições frequentes podem intensificar o padrão seletivo. Em crianças com TEA, a seletividade tende a ser mais precoce e persistente devido às particularidades sensoriais e à rigidez comportamental.

Antes de qualquer intervenção, é fundamental investigar fatores clínicos como refluxo, alergias ou intolerâncias alimentares. O cuidado nutricional deve sempre considerar o indivíduo de forma integral.

Seletividade Alimentar

Terapia Alimentar

Terapia Alimentar

Indicada para crianças com seletividade intensa, recusa persistente, medo de engasgar, dificuldade de mastigação ou sensibilidade a texturas. O foco vai além do "fazer a criança comer", buscando compreender as causas da dificuldade e intervir de forma gradual e respeitosa.

Utilizo a Escalada do Comer, estratégia que organiza a aproximação ao alimento em etapas progressivas: tolerar no ambiente, olhar, tocar, cheirar e manipular antes de provar. Cada avanço é valorizado, reduzindo a pressão e favorecendo uma aceitação natural.

O acompanhamento pode envolver exposição gradual, ampliação do repertório alimentar, ajustes na apresentação e orientação prática para os pais. O trabalho frequentemente acontece em parceria com fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, com o objetivo de tornar as refeições mais leves para toda a família.


Introdução Alimentar

Por volta dos 6 meses, o bebê começa a receber alimentos além do leite, marcando uma nova etapa no desenvolvimento nutricional, sensorial, motor e emocional. Mais do que oferecer alimentos, é sobre construir uma relação positiva: tocar, cheirar, amassar e até recusar fazem parte do processo.

Cada bebê tem seu ritmo. Antes de iniciar, é importante observar sinais de prontidão como sentar com apoio e demonstrar interesse pelos alimentos. Não existe método único ideal, e o importante é respeitar o desenvolvimento da criança e a realidade da família.

O acompanhamento nutricional oferece segurança nesse processo. O objetivo é tornar essa fase mais leve, segura e prazerosa para toda a família.

Introdução Alimentar

Reeducação Alimentar

Reeducação Alimentar

A reeducação alimentar é um processo de construção de hábitos mais equilibrados e sustentáveis ao longo do tempo. Não se trata de dietas temporárias, mas de mudanças graduais que promovem saúde e bem-estar.

O trabalho envolve organização da rotina alimentar, melhora da qualidade nutricional, redução do consumo excessivo de ultraprocessados e incentivo à autonomia da criança nas escolhas alimentares, sempre de forma adequada à sua idade.

A família tem papel fundamental nesse processo. Pequenas mudanças consistentes, feitas com orientação adequada, geram resultados duradouros. O objetivo é promover equilíbrio, consciência alimentar e uma relação mais saudável com a comida, sem radicalismos e sem culpa.


Obesidade Infantil

Alterações no estado nutricional, como obesidade ou desnutrição, exigem olhar atento e individualizado. Ambas impactam o crescimento, o desenvolvimento e a saúde da criança a curto e longo prazo.

A obesidade infantil pode estar associada a hábitos alimentares inadequados, sedentarismo, questões emocionais ou fatores metabólicos. Já a desnutrição pode ocorrer por baixa ingestão alimentar, seletividade importante, dificuldades de absorção ou condições clínicas específicas.

O acompanhamento nutricional não se baseia em dietas restritivas ou culpabilização. O foco é reorganizar hábitos, ajustar a qualidade da alimentação, fortalecer a relação com a comida e envolver a família no processo de mudança.

Cada criança precisa ser avaliada de forma global, considerando rotina, preferências, contexto familiar e necessidades individuais.

Obesidade Infantil

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